Quem me conhece um pouco sabe que sempre fui fã de maquilhagem. Não que ache que as mulheres se "medem aos palmos" pela beleza, e por conseguinte que só ficam bonitas com maquilhagem, mas porque sempre tive uma mãe linda de morrer e super vaidosa que sempre me dizia "filha, um lápis e uma boa máscara nos olhos, e ficas logo com outro ar". E foi assim que comecei, perto dos 18 anos, a interessar-me aos poucos por este mundo.
Cheguei a experimentar da maquilhagem mais cara à mais barata, passando pelos look's mais e menos dramáticos. Entretanto fiquei super fã dos produtos da Sephora. A relação qualidade/preço era fantástica no inicio, mas as coisas começaram a mudar e cada vez que eu ia buscar um produto, o mesmo produto que tinha adquirido dois ou três meses antes, estava mais caro. As máscaras que iam lançado eram mais xpto mas automaticamente mais caras. E foi isso que me começou a empurrar para a Kiko, mas muito com pés de lã. No inicio comecei por experimentar os vernizes, óptima relação qualidade/preço. Depois as promoções que fazem são fantásticas, e aproveito sempre para experimentar novos produtos. E assim passados 2 anos estou rendida. No entanto só agora vou fazer o derradeiro teste: a base!
E pegando no post anterior que podem ler aqui, em que explico a forma como o "bicho do desleixo" me picou durante a gravidez, decidi finalmente voltar a mim e isso implica, voltar ao meu aspecto saudável e revigorado. Isto porque tenho uma pele super branca, olheiras e algumas "manchas" rosadas na pele. Comecei portanto a pesquisar bons cremes (que também deixei de usar) e optei por me iniciar nos cremes de dia e de noite em separado. Eu usava apenas um bom hidratante da Vichy. Em relação aos cremes falarei noutro post.
Sobre a base, fui este fim-de-semana à procura da Kiko no Colombo. Fechou. Lá vou em recambiada para a Kiko do Dolce Vita Tejo (centro que não gosto particularmente de frequentar), onde fui super bem atendida com a máxima explicação sobre cada dúvida que eu colocava. Só aqui já ganharam pontos. Mas nisso a Sephora também ganha pois sempre teve colaboradoras muito bem formadas e atenciosas.
Boa notícia, os produtos que eu queria experimentar, dois deles estavam em promoção. Oh que maçada!
Optei então por esta base:
Cheguei a experimentar da maquilhagem mais cara à mais barata, passando pelos look's mais e menos dramáticos. Entretanto fiquei super fã dos produtos da Sephora. A relação qualidade/preço era fantástica no inicio, mas as coisas começaram a mudar e cada vez que eu ia buscar um produto, o mesmo produto que tinha adquirido dois ou três meses antes, estava mais caro. As máscaras que iam lançado eram mais xpto mas automaticamente mais caras. E foi isso que me começou a empurrar para a Kiko, mas muito com pés de lã. No inicio comecei por experimentar os vernizes, óptima relação qualidade/preço. Depois as promoções que fazem são fantásticas, e aproveito sempre para experimentar novos produtos. E assim passados 2 anos estou rendida. No entanto só agora vou fazer o derradeiro teste: a base!
E pegando no post anterior que podem ler aqui, em que explico a forma como o "bicho do desleixo" me picou durante a gravidez, decidi finalmente voltar a mim e isso implica, voltar ao meu aspecto saudável e revigorado. Isto porque tenho uma pele super branca, olheiras e algumas "manchas" rosadas na pele. Comecei portanto a pesquisar bons cremes (que também deixei de usar) e optei por me iniciar nos cremes de dia e de noite em separado. Eu usava apenas um bom hidratante da Vichy. Em relação aos cremes falarei noutro post.
Sobre a base, fui este fim-de-semana à procura da Kiko no Colombo. Fechou. Lá vou em recambiada para a Kiko do Dolce Vita Tejo (centro que não gosto particularmente de frequentar), onde fui super bem atendida com a máxima explicação sobre cada dúvida que eu colocava. Só aqui já ganharam pontos. Mas nisso a Sephora também ganha pois sempre teve colaboradoras muito bem formadas e atenciosas.
Boa notícia, os produtos que eu queria experimentar, dois deles estavam em promoção. Oh que maçada!
Optei então por esta base:
O argumento de venda do produto é super válido para mim neste momento. É uma base hidratante com Creatina que ajuda a manter a pele macia ao tato. Efeito pele de Maria portanto :). Tem um toque super leve e sedoso, não fica aquela sensação de cobertura pesada e é como se criasse uma 2ª pele, super natural. A menina da Kiko experimentou logo na minha pele e eu adorei o efeito. Vamos lá ver se é tudo isto que vendem. Podem ver mais sobre este produto aqui.
E porque eu sou menina de usar sempre base e pó para finalizar a coisa e para dar um efeito mate, optei por este pó:
Aqui o argumento de venda deste produto é sobretudo a luminosidade que dá à pele. Ora as mamãs deste mundo sabem o quanto às vezes (ou quase sempre) temos um ar cansado, achei que esta seria uma boa solução pós-base. A pele fica acetinada e a fórmula contem Vitamina E e óleo de argão com propriedades nutrientes e protetoras. É super sedoso ao toque, super leve e fácil de aplicar, nem é necessária muita quantidade. Podem ver mais sobre este produto aqui.
Como não há duas sem três, e para mim estes são três dos quatro produtos essenciais para o dia-a-dia, escolhi também um blush! Aliás por vezes uma boa base e um blush luminoso, e dispensa-se o pó pelo meio. Escolhi esta:
Porquê de tons rosados? Sou branquinha e os acastanhados não me ficam mesmo nada bem. Não fico barbie doll obviamente, não é de todo o intuito, mas dá um acabamento perfeito e super jovial! O resultados das 3 cores juntas é brilhante, e mais uma vez, uma passagem ao de leve e voilá. Super fácil de esbater e contém também propriedades nutrientes e protetoras da pele. Isto para mim (que entrei recentemente nos 30) começa a ter mesmo muita importância. Podem ver mais sobre este produto aqui.
O que recomendo mais da Kiko que comprei há uns tempos atrás, por motivos óbvios, o corretor de olheiras. Este:
Uma vez mais óptima relação qualidade preço, e é produto que uso diariamente quando saio de casa. Tem uma boa textura, espalha-se com facilidade e tem imensos tons é só escolhermos o mais adequado. Podem ver sobre este produto aqui.
O que experimentei da Kiko e não gostei nem recomendo, uma coisa que para mim é fundamental, portanto a 4ª peça do puzzle: máscara. Ainda não encontrei nenhuma que dê volume às pestanas o suficiente, o que para mim, que as tenho super pequenas e sumidas é fundamental. Ainda continuo a preferir de outra marca. Outra coisa que não atinei ainda muito bem foi com os batons. Comprei um rosa lindo de morrer que ficava todo partido em menos de nada, ficava com os lábios uma lástima. Não durava mesmo tempo nenhum. Foi este. Mas hei-de experimentar novamente um outro para tirar as teimas.
Vou também experimentar a linha de rosto, e depois logo vos darei feedback!
As cores. Mas afinal, porque é que fomos instituídos a vestir os bebés da cor correspondente ao seu género. E vou mais longe, porque é que o preto não é o novo azul?
É verdade, pode parecer ridículo, mas há coisas que tenho mesmo de partilhar nesta crónica porque chegam a roçar o "eu não estou a ouvir isto", quero crer que não deve ser só comigo que acontecem.
Voltando à crónica de hoje, pois é, a Maria não pode vestir preto "C'o horror, um bebé de preto, vocês perderam o juízo?", "C'o horror uma menina tão pequenina de preto? Ainda se fosse um rapaz...", "C'horror já a vestir vermelho vivo?"... e vou-me ficar por aqui. Sim, porque a Maria por ser um bebé e ser menina só deveria vestir rosa, bege e branco. Hmmm, no limite do limite um fúcsia vá... E já o cinza... e porque o azul marinho é para meninos.
Ai eu, oiço cada coisa! Já dizia a minha avó, "mais vale ficarem caladas". E ainda não viram nada, porque à medida que a Maria for crescendo, há coisas ainda mais originais para ela vestir!! Estou desejando de sair ainda mais "da box".
E minha gente, foram só uns collants... pretos.
Antes de engravidar sempre acreditei piamente que nunca me iria desleixar, aliás, se em 29 anos isso nunca tinha acontecido, não era uma gravidez que o iria alterar...
Yeah, right!
Pois mas ninguém me disse como se pode enjoar até às entranhas nos primeiros quatro meses, nem como se consegue ter sono a toda a hora como se já não dormisse há 15 dias. Eu cheguei a dormir 12h seguidas, várias vezes! Os primeiros quatro meses foram sem dúvida um verdadeiro desafio, de sono, enjoos, fome, desejos, cansaço e nervosismo/ansiedade. Um turbilhão tal que dei por mim no sofá 3 dias seguidos sem sequer arranjar o cabelo, ou olhar-me ao espelho. Acho que congelei e entrei em modo automático, até os banhos eram à gato, um "shlap shlap" bem rápido com o cabelo amanhado (exacto, lavar o cabelo, para quê?!). Até que ao quarto dia o meu marido me "acordou" e me perguntou o que se passava comigo. A sério, eu só queria dormir, acordava para comer qualquer coisa, enjoava quando começava a cheirar-me a outra coisa qualquer,e era um cansaço tal que acabava por me ir sentar no sofá a rezar que o marido chegasse a casa para me ajudar a alimentar-me decentemente. Eu cheguei a enjoar as minhas coisas favoritas! Lembro-me uma vez do marido chegar a casa todo sorridente com uns scones quentinhos super apetitosos, os meus favoritos, olhei para eles e fui vomitar. Aliás, facto é que até hoje não os consigo comer. Acreditam?
Voltando ao desleixo. Sim, ADOREI cada minuto da gravidez, adorei exibir a barriga (não, não andava com ela de fora estejam descansadas) e adorei, sobretudo, ter a Maria a mexer cá dentro. O que é que não adorei? Precisamente a preguiça constante de mexer cada músculo do meu corpo. Confesso que a energia só voltou lá para os 5 meses e picos de gravidez, altura em que até aproveitei para viajar (não sabendo quando é que isso voltaria a acontecer de futuro) e andei bastante a pé e tudo, parecia eu que estava noutro corpo que não aquele preguiçoso dos últimos tempos! Mas até aqui chegar foram 5 meses de pijamas, noites a Nausefe, que para quem não sabe é uma medicação MILAGROSA para os enjoos que tem como efeito secundário por-nos a dormir, mas do género em menos de 10 min, aliás, cheguei a não acabar conversas com o meu marido, ele dava por mim já eu estava virada pro lado a babar. Tem um efeito, diria, tipo Atarax.
Eu lia imenso sobre a importância do exercício físico na gravidez, li imensos relatos de mães super enérgicas que praticavam 10 exercícios semanais, desde o yoga para grávidas, à ginástica pré-parto. Fui inclusivamente experimentar duas ou três aulas no Centro de Pré e Pós parto (Entrecampos - Lisboa, uns queridos) mas eu não tinha mesmo aquela energia que era necessária para seguir com isto à risca, e como não estava a ganhar kg que nem uma louca, confesso que também não me preocupei por ai além com o peso (lá está, desleixo). Mas devia, porque a realidade pós-parto é bem diferente, mesmo para quem se porta bem durante a gravidez e engorda pouco mais do que os "normais" 12 a 13 kg.
Se quero engravidar novamente? Sim, muito! Mas assusta-me esta perspectiva, agora num cenário em que não posso dormir 12h seguidas ou ficar a vegetar no sofá, existe uma Maria a precisar de mim a todo o momento. Será que não há duas gravidezes iguais? Digam-me a vossa experiência!
E os velhos hábitos acabam sempre por voltar... por melhores noites que a Maria me dê (não tenho razão de queixa), eu tenho insónias e acabo por ficar a trabalhar até tarde no pc. Péssimo hábito, até porque de manhã estou completamente podre.
De qualquer forma, trabalhar com um bebé em casa é complicado, e por isso só consigo focar-me quando estou despreocupada e em silêncio. Isso acontece quando o marido está em casa (à mínima necessidade da Maria ele pode socorrer), e quando todos dormem tranquilamente e o silêncio predomina. Problema: andamos com os horários desencontrados. Desculpa marido!! Mas na verdade, quando ele chega eu gosto de aproveitar o jantar para colocarmos a conversa em dia, calmamente (quando a Maria o permite), e para interagirmos os dois com a Maria, darmos o jantar, o banho, etc... Por isso o tempo para mim vem depois.
Ando a lutar contra este [mau] hábito ainda desde grávida, mas no meu trabalho eu tenho de estar mesmo focada e com a veia criativa em modo ON, e isso não é quando eu quero, é quando "me dá". E para isso o ambiente em meu redor faz toda a diferença. Como vou fazer quando a Maria andar a correr pela casa toda e eu não tiver mesmo tempo para nada? Não sei. Mas terei de arranjar um jeito.
Mais mães desse lado na mesma situação?
De qualquer forma, trabalhar com um bebé em casa é complicado, e por isso só consigo focar-me quando estou despreocupada e em silêncio. Isso acontece quando o marido está em casa (à mínima necessidade da Maria ele pode socorrer), e quando todos dormem tranquilamente e o silêncio predomina. Problema: andamos com os horários desencontrados. Desculpa marido!! Mas na verdade, quando ele chega eu gosto de aproveitar o jantar para colocarmos a conversa em dia, calmamente (quando a Maria o permite), e para interagirmos os dois com a Maria, darmos o jantar, o banho, etc... Por isso o tempo para mim vem depois.
Ando a lutar contra este [mau] hábito ainda desde grávida, mas no meu trabalho eu tenho de estar mesmo focada e com a veia criativa em modo ON, e isso não é quando eu quero, é quando "me dá". E para isso o ambiente em meu redor faz toda a diferença. Como vou fazer quando a Maria andar a correr pela casa toda e eu não tiver mesmo tempo para nada? Não sei. Mas terei de arranjar um jeito.
Mais mães desse lado na mesma situação?
Pois é, e afinal qual é o verdadeiro quarto da Maria? Não há! É verdade, a Maria está com quase 6 meses e sem qualquer decoração no seu quarto. Antes que me comecem a chicotear mentalmente, eu explico. Tínhamos tudo planeado na casa onde vivíamos há mais de um ano, mas lá para os 7 meses de gravidez os planos tiveram de ser alterados, tivemos de começar a pensar em mudar de casa (um dia conto-vos a história toda, digna de filme!). Posto isto paramos todas as decorações naquela casa, e guardamo-nos para a casa nova. Problema: mudamo-nos e a Maria tinha pouco mais de 1 mês de vida e o caos instalou-se. Qualquer pessoa que já tenha mudado de casa, pelo menos uma vez na vida, sabe do que falo. Agora imaginem isso com um recém-nascido a ser amamentado de 2h em 2h.
Facto: agora sim conseguimos finalmente assentar arraiais e iniciar o quarto da Maria com calma e com gosto, e colocar em prática todos os nossos planos iniciais (ainda ela estava dentro da barriga da mamã).
Verdade seja dita, o berço está precisamente ao lado da minha cama, o fraldário esteve também, até à bem pouco tempo, no nosso quarto, também não havia assim tanta pressa em arranjar o espacinho dela. Até porque não, eu não tenciono mudá-la antes do 1º ano de vida. Podem cair-me em cima as mamãs defensoras da autonomia dos bebés, mas eu sou assim, mamã galinha e gosto de sentir a respiração dela bem perto de mim, e não me levantar 10 x durante a noite para ir ver se ela está a respirar (isto porque ansiosa como sou, era o que iria acontecer). Acredito que quando tivermos necessidade de espaço uma da outra, que o processo decorrerá naturalmente, para já não sinto necessidade disso. De qualquer forma, ela já vai querendo começar a sentar-se para brincar, por isso assim que comece a andar quero que ela tenha o espacinho dela cá em casa, com todas as coisinhas dela, os brinquedos, etc... e vou colocando-a lá a fazer algumas sestas. Aquele será o seu quarto de princesa.
Como vai ser uma espécie de DIY (bem que o marido ainda tentou pesquisar pintores e afins, mas rapidamente descobriu que caros como são, depressa fazíamos nós) ainda mais gosto nos vai dar.
Os tons? Rosa velho, branco (toda a mobília dela) e verde menta (o mais clarinho de todos).
Deixo-vos algumas inspirações:
Gostaram? E por aí, tinham os quartos prontos quando os rebentos nasceram?
Bom Domingo*
Facto: agora sim conseguimos finalmente assentar arraiais e iniciar o quarto da Maria com calma e com gosto, e colocar em prática todos os nossos planos iniciais (ainda ela estava dentro da barriga da mamã).
Verdade seja dita, o berço está precisamente ao lado da minha cama, o fraldário esteve também, até à bem pouco tempo, no nosso quarto, também não havia assim tanta pressa em arranjar o espacinho dela. Até porque não, eu não tenciono mudá-la antes do 1º ano de vida. Podem cair-me em cima as mamãs defensoras da autonomia dos bebés, mas eu sou assim, mamã galinha e gosto de sentir a respiração dela bem perto de mim, e não me levantar 10 x durante a noite para ir ver se ela está a respirar (isto porque ansiosa como sou, era o que iria acontecer). Acredito que quando tivermos necessidade de espaço uma da outra, que o processo decorrerá naturalmente, para já não sinto necessidade disso. De qualquer forma, ela já vai querendo começar a sentar-se para brincar, por isso assim que comece a andar quero que ela tenha o espacinho dela cá em casa, com todas as coisinhas dela, os brinquedos, etc... e vou colocando-a lá a fazer algumas sestas. Aquele será o seu quarto de princesa.
Como vai ser uma espécie de DIY (bem que o marido ainda tentou pesquisar pintores e afins, mas rapidamente descobriu que caros como são, depressa fazíamos nós) ainda mais gosto nos vai dar.
Os tons? Rosa velho, branco (toda a mobília dela) e verde menta (o mais clarinho de todos).
Deixo-vos algumas inspirações:
Gostaram? E por aí, tinham os quartos prontos quando os rebentos nasceram?
Bom Domingo*
E porque vivemos numa sociedade, eu diria que, obcecada com o peso ou melhor, com a alimentação, confirmo que não há nada mais stressante que a palavra "peso" nos primeiros meses de consultas do nosso bebé.
A Maria esteve a maminha os primeiros 3 meses e meio e sempre teve "óptima" aos olhos da pediatra mas "ratinha" aos olhos de outras pessoas. Sempre me foi dada a informação de que a amamentação não engorda tanto (e nem tem de engordar) como o leite artificial o faz. Então porque é que as pessoas nos chateiam com comentários maliciosos? Num dos episódios em que tive a mastite e que fui parar às urgências, a Maria já tinha portanto 3 meses e meio e uma enfermeira perguntou-me quantos dias ela tinha. O quê??? Eh pá por favor, só porque não tem cara de bolacha? Eu e o meu marido olhamos um para o outro e desmanchamo-nos a rir, principalmente porque ela sempre foi bastante comprida e aí notava-se bem a idade real que tinha!
Verdade seja dita, desde a maternidade (devido ao que ouvia aqui e ali) que vim obcecada com o peso, quanto é que ela já pesa, quanto é que ela tem ganho, será que está nos parâmetros normais? Será que a maminha chega? Será que precisa do tão aclamado suplemento? Depois vêm as estatísticas, de que não podem perder mais do que 10% do peso à nascença, e depois porque têm de ganhar no minimo x gramas/semana. É de bater com a cabeça nas paredes minha gente. E burra fui, porque já tinha sido alertada por uma amiga próxima, que tinha passado pelo mesmo stress porque a filha ao inicio tinha um percentil muito baixo, e chegou quase a ser chamada de má mãe no Centro de Saúde porque "via que a bebé não engordava e insistia em tê-la só a mama"... enfim!
Agora questiono-me, qual a razão de sermos tão obcecados com o peso? Quando nascem prematuros faz sentido. Quando não ganham peso nenhum ou perdem, faz sentido. Agora quando estão na vidinha deles, tranquilos, comem bem, dormem bem, e engordam o suficiente, para quê o histerismo? Contra mim falo, que ficava sempre ansiosa a querer saber se tinha ganho peso, nem dormia antes das consultas. Uma pessoa próxima chegou-me a questionar "será que a maminha a sacia?". E pronto, colado ao peso vem a pressão na amamentação!! Claramente um processo nada tranquilo para mim desde o inicio pela dor que causava, mas depois pelo stress em meu redor. Deixei-me consumir, o que vale é que no próximo filho já sei, e não vou ser apanhada novamente "na curva". Vou aproveitar mais o que estou realmente a aproveitar agora, e deixar o resto do mundo simplesmente... falar!
Verdade seja dita, já estou super tranquila, a Maria é amorosa, super boneca e graças a Deus, muito saudável. Para mim isto basta, haja saúde e eu sou feliz!
Sentiram a mesma pressão?
A Maria esteve a maminha os primeiros 3 meses e meio e sempre teve "óptima" aos olhos da pediatra mas "ratinha" aos olhos de outras pessoas. Sempre me foi dada a informação de que a amamentação não engorda tanto (e nem tem de engordar) como o leite artificial o faz. Então porque é que as pessoas nos chateiam com comentários maliciosos? Num dos episódios em que tive a mastite e que fui parar às urgências, a Maria já tinha portanto 3 meses e meio e uma enfermeira perguntou-me quantos dias ela tinha. O quê??? Eh pá por favor, só porque não tem cara de bolacha? Eu e o meu marido olhamos um para o outro e desmanchamo-nos a rir, principalmente porque ela sempre foi bastante comprida e aí notava-se bem a idade real que tinha!
Verdade seja dita, desde a maternidade (devido ao que ouvia aqui e ali) que vim obcecada com o peso, quanto é que ela já pesa, quanto é que ela tem ganho, será que está nos parâmetros normais? Será que a maminha chega? Será que precisa do tão aclamado suplemento? Depois vêm as estatísticas, de que não podem perder mais do que 10% do peso à nascença, e depois porque têm de ganhar no minimo x gramas/semana. É de bater com a cabeça nas paredes minha gente. E burra fui, porque já tinha sido alertada por uma amiga próxima, que tinha passado pelo mesmo stress porque a filha ao inicio tinha um percentil muito baixo, e chegou quase a ser chamada de má mãe no Centro de Saúde porque "via que a bebé não engordava e insistia em tê-la só a mama"... enfim!
Agora questiono-me, qual a razão de sermos tão obcecados com o peso? Quando nascem prematuros faz sentido. Quando não ganham peso nenhum ou perdem, faz sentido. Agora quando estão na vidinha deles, tranquilos, comem bem, dormem bem, e engordam o suficiente, para quê o histerismo? Contra mim falo, que ficava sempre ansiosa a querer saber se tinha ganho peso, nem dormia antes das consultas. Uma pessoa próxima chegou-me a questionar "será que a maminha a sacia?". E pronto, colado ao peso vem a pressão na amamentação!! Claramente um processo nada tranquilo para mim desde o inicio pela dor que causava, mas depois pelo stress em meu redor. Deixei-me consumir, o que vale é que no próximo filho já sei, e não vou ser apanhada novamente "na curva". Vou aproveitar mais o que estou realmente a aproveitar agora, e deixar o resto do mundo simplesmente... falar!
Verdade seja dita, já estou super tranquila, a Maria é amorosa, super boneca e graças a Deus, muito saudável. Para mim isto basta, haja saúde e eu sou feliz!
Sentiram a mesma pressão?
Voltamos às Crónicas da Maria!!!
Já agora podem ver a #1 crónica aqui, e aqui a #2 e aqui a #3!
Vamos então à #4 crónica! Tambores................ o choro do bebé!
Eu li o maravilhoso livro da Constança Ferreira "Os bebés também querem dormir", numa altura em que a Maria passou pela chamada "crise dos 3 meses". Não sei se ela existe ou não, mas na verdade foram 15 loucos dias de choradeira assim que anoitecia, e apenas quando queria dormir. Felizmente foram apenas esses 15 dias, depois deixou-se disso. Foi então que uma amiga da minha mãe me ofereceu este livro (que curiosamente já tinha comprado para me oferecer há 2 meses atrás), e não poderia ter vindo em melhor altura! Mas sobre o livro, falarei noutro post. Voltemos à crónica! Nesta altura eu andava claramente mais ansiosa, já sabia o que me esperava e ao minimo barulho da Maria, eu ia logo a correr. Aliás, como sempre fui, porque está mais do que comprovado cientificamente que o choro do bebe para uma mãe é das coisas mais perturbantes que existe, fazendo mesmo disparar os níveis de adrenalina e de frustração ao mais alto nível. Mas o que comecei a ouvir mais nesta altura também, era a seguinte frase: "deixa-a chorar, os bebés também precisam de chorar um bocadinho, abre os pulmões!"
HUH???
Pois é minha gente, ainda estou para perceber quem foi a alminha que lançou este disparate e que infelizmente pegou com as pessoas das gerações mais antigas (ouvi de mais de uma pessoa dos seus 50 anos para cima e com filhos já criados). Para já abre o quê mesmo? Os pulmões? Não! Abre os meus ouvidos e faz os meus nervos baterem palmas, isso sim! E depois, deixo-a chorar?? Mas porquê? Então alguém me explica qual o sentido disto? Se um bebé chora, mesmo que até por "birra", é porque está a pedir algo, no limite colo (que eu dou com fartura), pois não sabe falar e dizer "ei, tu, anda cá!". E ainda há gente que acha que é a ignorar que os bebés se calam? E depois queixam-se que saem dali crianças nervosas, exacto! Acho que não preciso dizer mais nada...
Já agora podem ver a #1 crónica aqui, e aqui a #2 e aqui a #3!
Vamos então à #4 crónica! Tambores................ o choro do bebé!
Eu li o maravilhoso livro da Constança Ferreira "Os bebés também querem dormir", numa altura em que a Maria passou pela chamada "crise dos 3 meses". Não sei se ela existe ou não, mas na verdade foram 15 loucos dias de choradeira assim que anoitecia, e apenas quando queria dormir. Felizmente foram apenas esses 15 dias, depois deixou-se disso. Foi então que uma amiga da minha mãe me ofereceu este livro (que curiosamente já tinha comprado para me oferecer há 2 meses atrás), e não poderia ter vindo em melhor altura! Mas sobre o livro, falarei noutro post. Voltemos à crónica! Nesta altura eu andava claramente mais ansiosa, já sabia o que me esperava e ao minimo barulho da Maria, eu ia logo a correr. Aliás, como sempre fui, porque está mais do que comprovado cientificamente que o choro do bebe para uma mãe é das coisas mais perturbantes que existe, fazendo mesmo disparar os níveis de adrenalina e de frustração ao mais alto nível. Mas o que comecei a ouvir mais nesta altura também, era a seguinte frase: "deixa-a chorar, os bebés também precisam de chorar um bocadinho, abre os pulmões!"
HUH???
Pois é minha gente, ainda estou para perceber quem foi a alminha que lançou este disparate e que infelizmente pegou com as pessoas das gerações mais antigas (ouvi de mais de uma pessoa dos seus 50 anos para cima e com filhos já criados). Para já abre o quê mesmo? Os pulmões? Não! Abre os meus ouvidos e faz os meus nervos baterem palmas, isso sim! E depois, deixo-a chorar?? Mas porquê? Então alguém me explica qual o sentido disto? Se um bebé chora, mesmo que até por "birra", é porque está a pedir algo, no limite colo (que eu dou com fartura), pois não sabe falar e dizer "ei, tu, anda cá!". E ainda há gente que acha que é a ignorar que os bebés se calam? E depois queixam-se que saem dali crianças nervosas, exacto! Acho que não preciso dizer mais nada...
Ora aqui está um tema que eu nunca pensei ser tão controverso, como na realidade é. As que não amamentam são criticadas pelas que amamentam. As que amamentam em livre demanda são criticadas pelas que não amamentam. E ultimamente o sub-tema mais discutido é: amamentar em público.
Bem, sobre mim agora. Eu sempre tencionei amamentar, no mínimo, 6 meses. Sempre tive atenção ao que comia, sempre fiz as massagens, segui tudo direitinho. Não correu como esperado, desde o inicio que foi um drama. Os primeiros 15 dias muitas dores e muitas lágrimas vertidas. Passado mês e meio tive a 1ª "quase" mastite. Um caos de caroços... um horror, principalmente para me vestir. Tinha uma mama, sem exagero, o dobro do tamanho da outra. Claro que se notava bem. Passados três meses e meio a derradeira mastite. Fui então obrigada a secar o leite.
O desconforto/dor de ser drenada em nada se compara à dor emocional de me ter acontecido isto. Voltei a chorar, mas desta vez de desgosto pelo que me aconteceu. Ainda não me conformo e a Maria já tem quase 6 meses. Pois é, nem tudo o que projectamos acontece, por mais que nos esforcemos. O que mais me custou foi a minha filha não poder ter tido um processo de transição de um leite para outro, foi retirarem a maminha, literalmente, do dia para a noite. Doeu muito, o meu coração ficou apertadinho. Valeu-me a maior parte das pessoas próximas que souberam disto e me fizeram ver que quase 4 meses a amamentar já não tinha sido nada mau, e que já lhe tinha passado tudo o que era suposto passar para ser um bebé saudável.
Sobre amamentar em público, nunca tive nada contra quem o faz, eu simplesmente não o fazia porque a Maria nunca gostou de estar a comer com uma fralda por cima, e destapava-se toda. Ora como eu tenho o coração muito perto da boca (ai hormonas, hormonas...), e a amamentação para mim sempre foi mais complexa, por vezes tinha de a ter em certas posições (por causa dos caroços) mais desconfortáveis, nunca me sentia à vontade em fazê-lo em público porque acho que ao mínimo olhar reprovador, desataria ao estalo! Então acabava por fazê-lo em locais mais reservados, até para a Maria estar à vontade sem nada por cima dela. Ela é muito calorenta :). De qualquer forma não vale a pena tapar o "Sol com a peneira", em Portugal ainda há imenso preconceito com isto, e o que mais me choca é muitas vezes vir de... outras mulheres! Ok, não têm de ver mamocas ao léu, é legítimo! Mas então porque é que em todo o lado a amamentação é nos ensinada como "um processo natural" se depois, chegamos ao mundo real, e deparamo-nos com um tabu?

Bom, o que é certo é que alguns Centros Comerciais já criaram espaços próprios para este fim, como por exemplo o Colombo e o Dolce Vita Tejo. O Colombo tem o espaço bebé com cabines próprias onde se pode amamentar, trocar a fralda e aquecer o biberão. O espaço em si está muito bem conseguido, é muito silencioso, tem música relaxante, cores quentes e um cadeirão de amamentação bastante espaçoso e confortável. Na cabine cabe o pai e a mãe, ou a mãe e uma amiga, com o carrinho incluído. No Dolce Vita o espaço é bem mais simplório, não tem cabides privadas, mas desenrasca as pessoas que como eu, têm carrinhos de bebé gigantes que não cabem nos habituais fraldários dos wc's. O defeito que aponto a cada um deles:
- Colombo: são apenas 3 cabines, e ao fim-de-semana torna-se caótico;
- Dolce Vita: não é limpo com a frequência devida, e os cestos das fraldas estão sempre a abarrotar;
E a amamentação convosco, como correu?
Bem, sobre mim agora. Eu sempre tencionei amamentar, no mínimo, 6 meses. Sempre tive atenção ao que comia, sempre fiz as massagens, segui tudo direitinho. Não correu como esperado, desde o inicio que foi um drama. Os primeiros 15 dias muitas dores e muitas lágrimas vertidas. Passado mês e meio tive a 1ª "quase" mastite. Um caos de caroços... um horror, principalmente para me vestir. Tinha uma mama, sem exagero, o dobro do tamanho da outra. Claro que se notava bem. Passados três meses e meio a derradeira mastite. Fui então obrigada a secar o leite.
O desconforto/dor de ser drenada em nada se compara à dor emocional de me ter acontecido isto. Voltei a chorar, mas desta vez de desgosto pelo que me aconteceu. Ainda não me conformo e a Maria já tem quase 6 meses. Pois é, nem tudo o que projectamos acontece, por mais que nos esforcemos. O que mais me custou foi a minha filha não poder ter tido um processo de transição de um leite para outro, foi retirarem a maminha, literalmente, do dia para a noite. Doeu muito, o meu coração ficou apertadinho. Valeu-me a maior parte das pessoas próximas que souberam disto e me fizeram ver que quase 4 meses a amamentar já não tinha sido nada mau, e que já lhe tinha passado tudo o que era suposto passar para ser um bebé saudável.
Sobre amamentar em público, nunca tive nada contra quem o faz, eu simplesmente não o fazia porque a Maria nunca gostou de estar a comer com uma fralda por cima, e destapava-se toda. Ora como eu tenho o coração muito perto da boca (ai hormonas, hormonas...), e a amamentação para mim sempre foi mais complexa, por vezes tinha de a ter em certas posições (por causa dos caroços) mais desconfortáveis, nunca me sentia à vontade em fazê-lo em público porque acho que ao mínimo olhar reprovador, desataria ao estalo! Então acabava por fazê-lo em locais mais reservados, até para a Maria estar à vontade sem nada por cima dela. Ela é muito calorenta :). De qualquer forma não vale a pena tapar o "Sol com a peneira", em Portugal ainda há imenso preconceito com isto, e o que mais me choca é muitas vezes vir de... outras mulheres! Ok, não têm de ver mamocas ao léu, é legítimo! Mas então porque é que em todo o lado a amamentação é nos ensinada como "um processo natural" se depois, chegamos ao mundo real, e deparamo-nos com um tabu?

Bom, o que é certo é que alguns Centros Comerciais já criaram espaços próprios para este fim, como por exemplo o Colombo e o Dolce Vita Tejo. O Colombo tem o espaço bebé com cabines próprias onde se pode amamentar, trocar a fralda e aquecer o biberão. O espaço em si está muito bem conseguido, é muito silencioso, tem música relaxante, cores quentes e um cadeirão de amamentação bastante espaçoso e confortável. Na cabine cabe o pai e a mãe, ou a mãe e uma amiga, com o carrinho incluído. No Dolce Vita o espaço é bem mais simplório, não tem cabides privadas, mas desenrasca as pessoas que como eu, têm carrinhos de bebé gigantes que não cabem nos habituais fraldários dos wc's. O defeito que aponto a cada um deles:
- Colombo: são apenas 3 cabines, e ao fim-de-semana torna-se caótico;
- Dolce Vita: não é limpo com a frequência devida, e os cestos das fraldas estão sempre a abarrotar;
E a amamentação convosco, como correu?
Quem já me acompanhava do blog anterior sabe que eu não perdia pitada da Red Carpet e dos belíssimos vestidos (ou não) que por lá passavam. E não poderia deixar de partilhar convosco mais uma boa edição!
Goldes Globes 2016
WOW:
Sara Hay
Goldes Globes 2016
WOW:
Laverne Cox
Malin Akerman
Jenna Tatum
Lady Gaga
Zendaya Coleman
Helen Mirren
Jennifer Lawrence
Julianne Moore
Katy Perry
Jennifer Lopez
Jane Fonda
Alicia Vikander
Julia Louis
Kate Bosworth
Jaimie Alexander
Gina Rodriguez
Heidi Klum
Taraji Henson
Amber Heard
Natalie Dormer
Uzo Aduba
Corinne Foxx
Eva Green
Barbara Meier
Debbie Matenopoulos
Hmmmm... NOT!
Olivia Palermo
Melissa McCarthy
Eva Longoria
Kate Hudson
Sara Hay
Kirsten Dunst
Rooney Mara
Cate Blanchett
Emilia Clarke
Amy Shumer
Rachel McAdams
Brie Larson
Jada Smith
Regina King
Giuliana Rancic
Caitriona Balfe
Portia Doubleday
Calista Flockhart
Kate Winslet
Bernardette Peters
Maggie Gyllenhaal
Amy Landecker
America Ferrera
Felicity Huffman
Bryce Dallas










































































